As palavras têm a leveza do vento e a força da tempestade. [Victor Hugo]
sábado, 25 de junho de 2011
QUANTAS VEZES SOMOS CAPAZES...
Nosso caminhar e nossas atitudes nos diz quem somos...
Porém muitas vezes a dúvida insana do que somos pairará no ar para nos assombrar
É preciso desnudar esses conflitos e continuar no caminho, ainda que tortuoso
Ainda que o vento nos empurre de volta para trás e as pedras nos impeça de seguir
As vezes a vida irá nos bater forte demais com as circunstâncias e irá nos derrubar...
Sua pretensa finalidade é nos deixar lá, estendidos no chão dos acontecimentos
Nós temos duas escolhas, nos render ao solo e entregarmos a batalha vencida, ou
Nos levantar e ainda que feridos bater de volta e tentar derrubá-la
O mais importante na verdade não é o quanto batemos de volta
E sim quantas vezes poderemos suportar a dor e nos levantar
Mostrar a ela que ainda que destroçados e que por mais que ela nos derrube
Nossa vontade em superar-nos e continuar a luta é mais forte que os machucados causados por ela
O mundo não é um arco-íris ou um amanhecer ensolarado
É um lugar frio e duro, que por vezes te dará medo
Entretanto, o medo é como o fogo, um fogo que te queima por dentro
Se você conseguir controlá-lo, ele vai queimar você
Mas se o medo o controlar queimará não só você, mas tudo ao seu redor
Ninguém poderá mudar seu mundo por você, só você mesmo pode fazê-lo
Não busque em pessoas ou coisas o sentido da vida, isso você só encontrará dentro de você
Mude o seu universo interior, e seu mundo particular
Então as pessoas lhe farão algum sentido, e você terá algum sentido para elas...
quarta-feira, 18 de maio de 2011
PARTES DE MIM...
Versos quebrados se escondem na minha poesia
Tento nos meus versos não dizer quem sou
Mas revelo-me ao faze-los
E fazendo-o me escondo ainda mais...
Sinto-me em algum lugar no meio do caminho
Perdida, só em meus pensamentos
Buscando-me onde não me posso achar
E achando-me onde não posso alcançar
Partes de mim escorre entre meus dedos
E vão se perdendo no caminho
Meu sorriso esconde minhas incertezas
E o meu caminhar, não revela-me ao próximo
Ninguém consegue enxergar o que trago em mim
São marcas que não deixo transparecer
Alguns puderam arranhar o exterior
Mas eles não podem tocar o que está por dentro
Só o silêncio me ouve, e a ele conto os meus medos
Medos que me escondem de mim
Para quem sabe alguém me encontre
E possa juntar as partes de mim que ficaram pelo caminho...
Partes que possa ajudar e me recompor
Juntando em mim o que ainda falta
O que falta não posso deixar de buscar
Buscando sigo, até enfim encontrar...
sábado, 16 de abril de 2011
OS SONHOS QUE DEIXARA DE SONHAR
Caminhava por entre ruas, e não havia ninguém além de mim...
Uma chuva fria e fina caía nesse entardecer, folhas espalhadas pelo chão davam a sensação de solidão e abandono.
Havia muitas casas e todas igualmente brancas, porém uma resplandeceu em meu olhar.
Ao aproximar-me notei a porta entre aberta, me sobreveio uma vontade enorme de entrar, hesitei, não sei precisar por quanto tempo, mas hesitei
"Muitas vezes em nossas vidas andamos por caminhos desconhecidos, onde tudo nos parece igual e por vezes deserto e quando vemos uma oportunidade resplandecer a nossa frente até nos aproximamos, porém hesitamos e não nos entregamos ao novo"
Após hesitar alguns instantes, me deixei levar e entrei. Tudo parecia belo e cheio de vida, aconchegante e terno.
Como ninguém alí havia me contive em dar o próximo passo e romper ambiente à dentro.
Olhei pela janela e a chuva fina e fria dera espaço a um sol límpido, e uma brisa fresca soprava lá fora, um desejo enorme de sair veio sobre mim.
"Quantas vezes ao nos darmos oportunidades na vida ao vivê-las, por mais que tudo pareça belo, olhamos ao redor e algo ou alguém nos falta e então é o suficiente para questionarmos o brilho daquilo que estamos vivendo. E o outro lado parece ser sempre o melhor lugar para se estar"
Resolví permanecer alí e prosseguí... Em outro ambiente vislumbrei um grande e precioso quadro como uma linda paisagem, por alguns instantes a contemplei e ao me aproximar um pouco mais e penetrando meu olhos na imagem notei que entre a paisagem havia o desenho de uma moça entre lágrimas e seu chorar parecia tão profundo que penetrou em mim, como se eu pudesse tocar em sua tristeza.
"Por vezes mesmo vivendo algo especial, emoldurado por grande alegria e beleza que nos envolve, notamos que em algum lugar dentro de nós há algo escondido e que ao ser penetrado nos causa dor e tristeza e traz à tona sentimentos ruíns"
Ao me virar e perceber o restante do ambiente avistei uma mesa e nela uma folha de papel com algo escrito, ao me aproximar, uma sensação enorme de que o que alí estava escrito era direcionado a mim, e então eu lí:
Dizia assim: _ Esperei por tanto tempo por ti. Tanto que poderia ter contado todas as estrelas do céu, mas o tempo da espera foi angustiante, sua ausência sufocou-me e ao me dar conta de que não virías, partí...
Não me espere, não voltarei. Ainda pode me encontrar, mas agora somente dentro de você e em nenhum outro lugar.
E assim assinava: Os sonhos que um dia foram seus, mas que por algum motivo deixara de sonhar...
sexta-feira, 1 de abril de 2011
ANTES QUE SEJA TARDE...
Temos o mau costume de querer apenas a média (desde que não seja ruím, não precisa ser o ótimo), de faltar a quem amamos e de não mostrar o que sentimos aos que estão ao redor. E só nos damos conta quando os perdemos...
Temos o mau costume de perder tempo buscando tantas coisas vãs, tantas metas falsas e falsos sonhos, de correr atrás do vento sem percebermos que não o alcançaremos. Isso nos faz deixar de apreciar o que na verdade importa. E só nos damos conta quando nos vemos só...
Se nos acercássemos destes erros, nós daríamos os abraços que por rotina às vezes deixamos passar, diríamos mais palavras de amor e mostraríamos o carinho que perdemos a oportunidade de expressar. O quanto sentimos e não dissemos, e as vezes a golpes pode sair.
Antes que seja tarde e o tempo de aparte de quem ama, escute seu coração...
Temos o mau costume de buscar desculpas para não desnudar a alma e assumir as culpas, de não dar atenção as coisas pequenas da vida que nos faz feliz. E só nos damos conta quando olhamos atrás e percebemos que o que passou não volta mais...
Se nós percebessemos o quanto deixamos para trás por orgulho ou descuido, daríamos mais ouvido as palavras que nos tentaram dizer e com um afago afastaria todos os medos
Antes que seja tarde e a distância o afaste de quem te ama, olhe para o outro...
Por vezes tudo o que o outro necessita são seus olhos na direção dele, e suas mãos para segurar...
Antes que seja tarde e as circunstâncias os afaste... não se acostume a olhar além, olhe perto,e não olhe ao redor, mas olhe dentro...
Texto inspirado na canção espanhola "La Mala Costumbre" (Pastora Soler)
Texto inspirado na canção espanhola "La Mala Costumbre" (Pastora Soler)
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
NO SILÊNCIO DAS PALAVRAS
As vezes em silêncio eu grito por socorro. Porém os ecos do meu grito ressoam em minha cabeça e retornam ao meu peito vazio. Meus gritos ecoam em toda a parte, mas somente eu consigo entender os sons que de mim saem.
Em silêncio tento dizer tudo o que sinto, mas se meu silêncio não consegue dizer nada, inúteis igualmente serão o emitir de palavras. Minhas palavras saem sem nexo ou sentido, no entanto, em silêncio entendo claramente a minha voz
Na falta de palavras e no desespero do silêncio eu me afasto, e quando me afasto sinto necessidade de ser puxada de volta para perto, para que eu não me perca. Quando me perco partes de mim morrem, partes de mim morrem todos os dias...
Meu vôo é solitário e silencioso como o das águias, e entre altos e rasantes vôos ainda não sei bem para onde ir. Busco por mim olhando tudo ao redor e sigo voando em silêncio e só.
No instante de um pensamento minha mente turbulenta descansa. Então eu me refugio em meu mundo particular, mergulho num oceano de palavras atravessando meu mar de silêncio...
Ouço o silêncio, ele me diz coisas horríveis, e ele torna-se o plano de fundo dos meus dias. Minha consciência por vezes acusa-me e seus ruídos em mim torna-se ensurdecedor.
Toda palavra é como uma mácula desnecessária no silêncio e no nada. Prossigo, assim, em silêncio no barulho da minh'alma emitindo os meus gritos sem som...
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
DEUS - O CIENTISTA QUE CRIOU O UNIVERSO
É anticientífico acreditar em Deus? Alguns talvez achem que quanto mais os cientistas aprendem, mais se distanciam de qualquer conceito sobre Deus.
Muitos na comunidadevcientífica fazem pouco casoda fé, porém, um número considerável de cientistas ficam impressionados com evidências de que um Criador planejou conscientemente o Universo ao nosso redor.
O New York Times publicou uma resenha sobre cientistas que acreditam em Deus e que o Universo e a vida nele, resultam dum planejamento inteligente, o NYT comenta: “Eles são PhDs e ocupam cargos importantes em universidades conceituadas. Seus argumentos contra a teoria da evolução não se baseiam na autoridade das Escrituras, antes baseiam-se em argumentos científicos.
A ciência ainda não conseguiu resolver muitas questões:
“Como o universo veio a existência?” “Como se originou a vida na terra?” deparando-se assim com algumas incógnitas
- Seria obra do acaso a perfeita harmonia do Universo?
Como exemplo temos o ajuste perfeito das quatro forças físicas fundamentais: o eletromagnetismo, a gravidade, a força nuclear forte e a força nuclear fraca. Essas forças afetam toda a matéria no Universo, e estão ajustadas e equilibradas de modo tão exato que mesmo variações mínimas poderiam tornar a vida impossível.
“Quando você se dá conta de que as leis da natureza precisam estar em perfeita harmonia para produzir o Universo visível, isso o leva a concluir que o Universo não apareceu simplesmente, mas que deve haver um objetivo por trás disso.” diz John Polkinghorne, físico na Universidade de Cambridge
- O desafio da complexidade
Existe uma grande complexidade no mundo a nossa volta. Quanto mais complexo o acontecimento, menos provável que este ocorra por acaso. Considere um exemplo.
Na formação do DNA, o bloco de construção da vida, há uma enorme quantidade de reações químicas que precisam ocorrer com absoluta exatidão. Em 1969, Frank Salisbury, cientista da Universidade de Utah - EUA, calculou a probabilidade de se formar espontaneamente uma molécula de DNA básica essencial para o surgimento da vida. Seus cálculos revelaram que a probabilidade é ínfima, considerada até impossível do ponto de vista matemático.
A complexidade se torna evidente em especial quando organismos vivos possuem partes complexas que seriam inúteis sem outras partes complexas.
De acordo com as teorias evolucionistas, os seres vivos continuaram a se reproduzir à medida que se tornaram cada vez mais complexos. No entanto, em algum estágio, a fêmea de diversas espécies precisou desenvolver células reprodutoras, que precisaram ser fertilizadas por um macho com células reprodutoras complementares. A fim de fornecer o número apropriado de cromossomos à descendência, as células reprodutoras de cada genitor passam por um processo notável chamado meiose, mediante o qual as células de cada genitor ficam com a metade do número costumeiro de cromossomos. Esse processo impede que a descendência tenha cromossomos a mais.
Naturalmente, esse mesmo processo seria necessário para outras espécies. Como foi então que a “primeira mãe” de cada espécie foi capaz de se reproduzir com um “primeiro pai” plenamente desenvolvido? Como os dois conseguiram de modo inesperado dividir em duas partes iguais o número de cromossomos de suas células reprodutoras, da forma necessária para reproduzir uma descendência saudável com traços de ambos os genitores? E se as características que tornam esse processo possível se desenvolveram de forma gradual, como o macho e a fêmea de cada espécie sobreviveram, sendo que essas características vitais ainda não haviam sido completamente formadas?
A probabilidade dessa interdependência reprodutora acontecer por acaso, até mesmo numa única espécie, é impossível de calcular, e a possibilidade de ter surgido em muitas espécies está além de uma explicação razoável. Será que um processo teórico baseado exclusivamente na evolução consegue explicar tal complexidade? Como poderiam acontecimentos aleatórios, que ocorreram por acaso, sem um objetivo específico, resultar nesses sistemas complexos e inter-relacionados? Os seres vivos são dotados de peculiaridades que evidenciam presciência e planejamento — evidenciando a existência de um Projetista inteligente, ou seja, Deus - o Criador
Muitos estudiosos chegaram a essa conclusão.
William Dembski, matemático escreveu que o “planejamento inteligente”, manifesto nos “aspectos observáveis do mundo natural... só pode ser devidamente explicado se o atribuirmos a uma causa inteligente”. Ele quis dizer que tal complexidade exige um ser inteligente por trás (Deus) e que para tal complexidade houve um propósito.
“Foi o estudo da ciência que me fez chegar à conclusão de que o mundo é muito mais complexo do que a própria ciência pode explicar. É somente por meio do sobrenatural que consigo entender o mistério de tudo que existe.” Allan Sandage, astrônomo
A ordem no mundo vivo é muitíssimo evidente. Foi estabelecida por uma Força superior, Deus. É nesse sentido que a fé está de acordo com a verdade científica e a completa, em vez de contradizê-la, fornecendo um entendimento mais simples do Universo.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
VOCÊ FOI A POESIA EM MIM...
Tenho pensado em ti, buscando por mim mesma nessas vagas lembranças
Vivi tanto você, que me esquecí e fui me perdendo pelo caminho
Atitudes tomadas, palavras não ditas, passos dados sem sequer olhar para trás
Há momentos que lamento pelo que não fora
E outros em que acredito ter sido melhor assim
Procuro me esquivar das lembranças.
Em algum lugar escondido dentro de mim sua imagem permanece congelada
Como se uma parte de mim sempre esperasse por ti
Busquei por tanto tempo, em cada olhar, um que me fizesse encontrar o seu
Por muito tempo quis que estivesse aqui
E que com apenas um abraço afastasse todos os meus medos
Ainda tenho medo, e ele me empurra pra você
Ainda sinto sua presença aqui
E ainda sinto-me perdida
Houve um tempo que eu viveria e morreria por ti
Você foi a poesia em mim
O mundo deu tantas voltas, e novamente estamos aqui
As mesmas decisões, as mesmas escolhas
Está tão confuso aqui dentro
Mas lá fora me dá me assusta e me amedronta
Sei que sou suficientemente forte para viver longe de ti
Mas já não sei se desejo descansar sem que você seja a sombra
Ou correr sem que você seja o destino
As palavras já não me são suficientes
Se eu pudesse te dizer o que nunca te direi
Tu terias que entender aquilo que nem sei
Então apenas me abrace e afaste de mim todos os meus medos...
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
O GENE DA FÉ - CIÊNCIA E RELIGIÃO
“Deus colocou a eternidade no coração dos homens”
O Cristianismo contribuiu de forma decisiva para a pesquisa moderna defendendo que procurar entender nosso mundo faz parte do mandado cultural que Deus havia dado ao homem no ato da criação.
O homem deve conhecer melhor o universo que Deus criou e onde Deus o colocou, conhecer o próprio Deus é assim conhecer-se melhor.
A religião surgiu na história da humanidade com as primeiras agregações sociais e, embora não seja a única possibilidade de conferir sentido a existência, para milhões de pessoas em diferentes épocas e culturas tem sido uma forma eficiente de se projetar no futuro com mais segurança. Ideais políticos, e comprometimento com causas sociais podem assumir a mesma função psíquica, porém pelo modo como um organizador psíquico privilegiado – embora exista o risco de instituições, dogmas e rituais exageradamente rígidos favorecem justamente o oposto: confusão, fanatismo e adoecimento mental
“Em nome da fé se justificam ações de todo o gênero, dos gestos de generosidade às atrocidades.
O conceito de religião pode ser definido como um sistema de significados centrados no sagrado, que se torna a lente através da qual percebemos a realidade.
Uma curiosidade tem intrigado pesquisadores: não só a função da religião no psiquismo, mas a possibilidade de haver no cérebro humano áreas cuja função específica é possibilitar experiências religiosas, como se estabelecem uma ponte em direção a Deus.
O geneticista Dean Hamer pesquisou a fundo questões que sustentan que a crença no criador é geneticamente determinada e que teria decifrado o “código” que revela que a fé não é simplismentebuma escolha pessoal, mas está contida em nossos genes. E afirma que há na espiritualidade um mecanismo biológico que nos deixa predispostos geneticamente a crer
Hamer lançou assim uma das maiores controvérsias dos últimos tempos. Mas tanto teólogos, filósofos, antropólogos e psicanalistas que estudam o tema afirmam que a biologia não é capaz de explicar algo complexo, pois a definição de fé não é tão simples como propõe o autor.
“A ciência é uma disciplina que demanda medições precisas de fenômenos, e as dimensões da consciência humana não podem ser medidas dessa forma”
Tomás de Aquino dizia: “Todas a s ações humanas devem ser dirigidas a um fim último, a felicidade de estar com Deus”
Quando se crê na existência de Deus, a evidência mostrada pela ciência ao descobrir mediadores químicos que nos possibilita experiências com Ele, não muda os fatos: a experiência que se tem com Deus é singular e influencia a vida dos indivíduos, nas relações consigo mesmo e com os outros. E confere sentido à nossa própria história, do nascimento à morte e até a eternidade.
domingo, 28 de novembro de 2010
SERES SEPARADOS POR DEUS PARA NOS REMENDAR A ALMA
Estava pensando no amor de Deus por mim...
Seu amor sempre me surpreende, em cada detalhe e em todo o tempo...
Ele me ama tão profundamente que colocou em meu caminho seres mais do que especiais
Pessoas que dividem comigo minha vida: sonhos, alegrias, e os caminhos tortuosos
Sinto o cuidado de Deus ao selecionar cada uma delas e direcioná-las a caminhar ao meu lado
Uns com uma alegria de viver tão intensa e sempre sorrindo, me mostrando que ser levado a sério é mesmo muito engraçado.
Alguns que fazem instantes pequenos se tornarem momentos inesquecíveis, e mostram que o importante na vida são esses momentos e que eles podem mudar uma vida inteira
E outros que nos mostram que não devemos ser aplaudidos sempre, que por vezes são duros e não cedem a gente, mas nos mostram que gestos assim nos ensinam tão mais, e que na dureza das palavras há um coração sendo dividido conosco e pronto a nos abrigar sempre.
Esses seres separados por Deus para nos remendar a alma, dividirem conosco a missão que Ele nos entregou e somar seus espíritos ao nosso, tornam a nossa caminhada mais leve e feliz. Passando por nossas vidas deixando um pouco de sí e levando um pouco de nós.
Quando penso no amor dessas pessoas vejo o profundo amor de Deus por mim, e sinto seu toque em cada uma delas. Penso em quão diferentes são entre sí, e ainda sim terem porções iguais do meu amor.
Agradeço a Deus por existirem em minha vida, porém que neste momento essas palavras sejam minha oração de agradecimento a vocês por tornarem meu caminha termo e suave
O exemplo que vejo em suas vidas, as palavras que saem de vocês e a sinceridade que flui dos seus corações me mostram a cada dia que vale a pena...
Me mostram que por vezes coisas que eu julgava tão importantes, não o eram tanto assim
Que por vezes minha razão foge de mim, e me auxiliam a traze-la de volta
Que palavras são importantes, porém mais importantes são os gestos que elas traduzem
Mas, me mostram sobre tudo que Deus me ama tão profundamente que uniu seus espíritos ao meu, mesmo que eu nada fizesse para merece-las.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
CIÊNCIA E RELIGIÃO: UNIVERSO INCOMPREENSÍVEL
O pensamento humano sempre busca respostas dos anseios e da procura da sua essência plena.
O conflito entre religião e ciência é bastante conhecido historicamente. Galileu Galilei foi obrigado a se retratar, quando comprovou a teoria heliocêntrica de Copérnico, por causa da reação da Igreja Católica no Século 17. O mesmo ocorreu com Charles Darwin e sua teoria evolucionista, que contradizia o criacionismo da Igreja.
Com a evolução alcançada pela tecnologia neste início de século 21, religiosos e cientistas se confrontam com novas polêmicas. Células-tronco, clonagem e transgênicos são apenas alguns exemplos de questões que ainda geram muitas divergências.
A Fé, não é de maneira alguma, contra a ciência. Pelo contrário, do ponto de vista teológico, a fé incentiva e exige a ciência no que se refere geralmente de qualquer busca pela verdade e no que se refere especificamente da incumbência humana de classificar, compreender e explicar abstratamente a natureza (Genesis 2, 19-20).
Ciência e Religião tratam de áreas não sobrepostas do conhecimento humano.
Todas as questões de moralidade contidas na imutável lei espiritual de todas as religiões são logicamente exatas. Se a religião fosse contrária a razão lógica, então deixaria de ser religião para ser simplesmente tradição. Religião e ciência são duas asas sobre as quais a alma humana pode progredir.
Podemos constatar que diversos religiosos deram sua contribuição para a ciência: pólvora, genética, vidro, lentes, astronomia e tantos outros no campo da pesquisa. Para a religião não há contradição. Ela não contradiz a ciência, mas também não se submete a certas pretensões da mesma.
A fé é fruto de opção e de uso consciente da liberdade de que busca o porquê em Deus que é infinito.
Albert Einstein (1879-1955), físico judeu alemão, criador da teoria da relatividade, prêmio Nobel em 1921, afirma:
“Todo profundo pesquisador da natureza deve conceber uma espécie de sentimento religioso, pois não pode admitir que ele seja o primeiro a perceber os extraordinariamente belos conjuntos de seres que ele contempla. No universo, incompreensível como ele é, manifesta-se uma utilização superior e ilimitada”
O Físico alemão e pesquisador da energia atômica, Werner Von Braum (1912- 1977) justifica com maestria:
“Não se pode de maneira alguma justificar a opinião de vez em quando formulada, de que a época das viagens espaciais tem conhecimento da natureza tais que já não precisamos crer em Deus. Somente uma renovada fé em Deus pode provocar a mudança que salve da catástrofe o nosso mundo.
Gugliermo Marconi (1874-1937), físico italiano, inventor da telegrafia sem fio, Prêmio Nobel em 1909, disse: “Declaro com ufania que sou homem de fé. Creio no poder da oração. Creio nisto não só como fiel cristão, mas também como cientista.”
Thomas Alva Edison (1847- 1931), inventor do campo da física com mais de 2000 patentes diz: “Tenho enorme respeito e a mais elevada admiração por todos os engenheiros, especialmente pelo maior deles: Deus.”
A ciência não é inimiga da religião, nem tampouco a razão contradiz a fé.
O psicólogo Carl Gustav Jung (1875-1961) em uma das suas falas célebre diz: “Afastar-se de Deus é a mesma coisa que arrancar a própria essência do homem”.
A religião e a ciência tenta de alguma forma levar ao homem explicações que as vezes foge da compreensão, a fé não se opõe a ciência pois ambas caminham juntas, vez que juntas trabalham para o bem maior que é o desenvolvimento intelectual e espiritual de uma forma completa na sua essência e na sua complexidade,
Fonte: Ciêcias e Religião. É possível essa combinação? (Manoel Felizardo dos Santos)
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